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Desemprego até maio fica em 5,6%, melhor resultado para o mês em 14 anos, aponta IBGE

Em igual período de 2025, taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,2%

Desemprego no Brasil cai ao menor índice desde 2012 / Foto: Reprodução (Brasil de fato)

O desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira (26), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No mesmo período de 2025, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,2%. No trimestre móvel até abril, a taxa de desocupação estava em 5,8%.

O resultado é o menor para o mês de maio desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012, e veio dentro do esperado, segundo o Projeções Broadcast. A mediana do mercado indicava recuo da taxa de desemprego para 5,6% no trimestre móvel encerrado em maio. As projeções variam de 5,5% a 5,7%. A avaliação era a de que um mercado de trabalho ainda resiliente deveria sustentar o recuo da desocupação no período.

Em apenas um trimestre, o País registrou crescimento de 558 mil vagas no mercado de trabalho. A população ocupada ficou em 102,703 milhões de pessoas no período. Em um ano, esse contingente aumentou em 840 mil pessoas.

Já a população desocupada diminuiu em 178 mil pessoas em um trimestre, totalizando 6,065 milhões de desempregados no trimestre até maio. Em um ano, 624 mil pessoas deixaram o desemprego.

A população inativa somou 108,768 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio, 381 mil inativos a mais que no trimestre anterior. Em um ano, houve aumento de 216 mil pessoas.

O nível da ocupação, porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, passou de 58,4% no trimestre encerrado em fevereiro para 58,6% no trimestre até maio.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.726,00 no trimestre encerrado em maio deste ano. O resultado representa alta de 4,0% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 377,7 bilhões, alta de 4,8% ante o mesmo período do ano passado.

Já a massa de salários em circulação na economia aumentou em R$ 17,332 bilhões no período de um ano, atingindo R$ 377,7 bilhões, uma alta de 4,8% no trimestre encerrado em maio ante o trimestre terminado em maio de 2025. Na comparação com o trimestre terminado em fevereiro, a massa de renda real caiu 0,3%, com R$ 1,183 bilhão a menos.

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