Após passar a manhã no Palácio do Planalto, de onde fez uma live com um balanço do seu governo e onde disse que “o mundo não acaba no dia 1º de janeiro”, o presidente Jair Bolsonaro (PL) viajou para os Estados Unidos.

Na terça-feira (27) o mandatário havia dito que era Fake News a notícia da imprensa de que ele deixaria o país, porém no dia seguinte uma militar foi enviada para a Florida, supostamente para garantir a “segurança de familiar do presidente”.
Já nesta sexta-feira (30), o Diário Oficial da União trouxe um despacho do secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, Mario Fernandes, afastando servidores de suas funções no Brasil, para que façam a segurança de Bolsonrao, tratado no documento como “futuro es-presidente”, no exterior:
"Para realizar o assessoramento, a segurança e o apoio pessoal do futuro ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, em Agenda Internacional a realizar-se em Miami/Estados Unidos da América, no perídio de 1º a 30 de janeiro de 2023, incluído o período de deslocamento, com ônus", diz uma parte do despacho.
No final, a data oficializada para a viagem parece ter sido um “drible”, já que a decolagem do avião presidencial se deu por volta das 14h08 da sexta 30.
Ao jornalista Leandro Magalhães, Bolsonaro teria confirmado por mensagem que estava no avião:
“Estou em voo, volto logo”, teria enviado ele.








