O candidato a governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), teve de interromper uma agenda em Paraisópolis, comunidade na Zona Sul da cidade de São Paulo, por causa de um tiroteio. Ele estava no terceiro andar de um prédio quando ocorreram os disparos. Ainda não se sabe a origem dos tiros.
Nas redes sociais, Tarcísio chegou a afirmar que sua equipe havia sofrido um ataque, mas que todos estavam bem.
"Em primeiro lugar, estamos todos bem. Durante visita ao 1o Polo Universitário de Paraisópolis, fomos atacados por criminosos. Nossa equipe de segurança foi reforçada rapidamente com atuação brilhante da PM de São Paulo. Um bandido foi baleado. Estamos apurando detalhes sobre a situação", escreveu.
Porém, na contramão, o secretário de segurança do estado de São Paulo, o general do exército João Camilo Pires Campos, afirmou em entrevista concedida no início da tarde, que esse tipo de afirmação é prematura, e que não é possível ainda fazer ligação entre o tiroteio e a agenda eleitoral de Tarcísio de Freitas, tudo estaria indicando para uma reação de criminosos ao forte aparato policial presente em uma rua próxima ao evento político.
Um “report” feito pela investigação à justiça eleitoral, indica que oito homens teriam reagido ao forte aparato de segurança presente na comunidade e aberto fogo contra uma guarnição da Polícia Militar na Rua Manoel Pinto, nr. 619, próxima ao evento eleitoral.








