Em busca do voto Católico, o presidente e candidato à reeleição, Jair Messias Bolsonaro (PL), foi á Aparecida nesta quarta-feira (12) para a celebração do dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.

Foto: Reprodução (Transmissão Twitter)
Acompanhado do senador eleito Marcos Pontes (PL), do candidato ao governo de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), do filho e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL), e do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente foi “tocado” durante a homilia.
"Jesus expulsa do templo aqueles que não vêm movidos pela fé, movidos por Deus", disse no início da sua pregação o arcebispo da Arquidiocese, Dom Orlando Brandes.
Em outro momento, o sacerdote também disse que é preciso vencer o dragões do “ódio” e da “mentira“, esse último destacado pelo religioso como propriedade do “maligno“:
"Maria venceu o dragão. Temos muitos dragões que ela vai vencer. O dragão, que é o tentador. O dragão, que já foi vencido, a pandemia, mas temos o dragão do ódio, que faz tanto mal, e o dragão da mentira. E a mentira não é de Deus, é do maligno. E o dragão do desemprego, o dragão da fome, o dragão da incredulidade."
Dom Orlando ainda finalizou essa parte da homilia com uma frase que pôde ser interpretada como um chamado aos Católicos: "Com Maria, vamos vencer o mal e vamos dar prioridade ao bem, à verdade e à justiça, que o povo merece, porque tem fé e ama Nossa Senhora Aparecida".
Após a celebração, Bolsonaro visitou a Tenda dos Peregrinos, local onde são atendidas as pessoas que chegam a pé ao santuário. Lá ele foi alvo de algumas vaias e foi aplaudido. O presidente não falou com apoiadores ou imprensa e foi embora em seguida, alegando dor de garganta.








