Em Novo Gama, candidato à reeleição defende parceria para renovar a frota, recuperar terminais e garantir um sistema de transporte mais eficiente entre as cidades goianas do Entorno e o Distrito Federal

O governador e candidato à reeleição pela coligação Pra Goiás Seguir em Frente, Daniel Vilela (MDB), afirmou neste sábado (29), que pretende colocar a solução dos problemas do transporte coletivo do Entorno entre as prioridades de um eventual novo mandato. Vilela voltou a citar o Consórcio Interfederatico para gestão do serviço capaz regulamentar e viabilizar investimentos em frotas, terminais e abrigos que atendem diariamente milhares de moradores da região.
A declaração ocorreu durante o lançamento oficial da candidatura de Josilene do Mangão (Agir) à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e ao lado da deputada federal e candidata a reeleição Lêda Borges (Republicanos), que vem pautando o tema no Congresso Nacional ao logo do seu primeiro mandato.
Ao falar sobre os desafios do Entorno, Daniel destacou que, apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o transporte público continua sendo uma das principais reivindicações da população que se desloca diariamente entre os municípios goianos e o Distrito Federal. “Fizemos uma parceria com o Governo do Distrito Federal e um dos temas que vou enfrentar com muito empenho é a criação do consórcio para atacar o problema do transporte coletivo. O povo não pode continuar marginalizado e continuar com transporte sucateado”, afirmou.
Daniel também ressaltou que o Governo de Goiás já demonstrou disposição para participar financeiramente de uma solução conjunta. Segundo ele, reuniões realizadas em Brasília, ainda durante a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), tiveram como objetivo discutir as soluções para o setor. “Fomos inúmeras vezes a Brasília para falar que estávamos dispostos a bancar a conta, reformar os terminais, colocar ônibus novos e resolver esse problema. Até hoje estamos esperando o atual Governo Federal decidir, mas vamos continuar cobrando”, declarou.
Em outro trecho de sua fala, o governador chegou a dizer que, “se o Governo Federal não quiser participara da solução do problema, o governo de goiás aceita essa responsabilidade”.








