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Tumulto – Servidores são impedidos de entrar na Câmara Municipal de Valparaíso. PM usa até Spray de Pimenta

A Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás foi palco de um tumulto generalizado na manhã desta sexta-feira (18) com a segurança do parlamento, a Guarda Municipal e a Polícia Militar impedindo a entra servidores públicos, em greve, entrarem na chamada “casa do povo“.

Os trabalhadores foram ao parlamento valparaisense pela 2ª vez para protestar contra a tramitação do Projeto de Lei 213/2022 do poder executivo, que, segundo eles, estabelece reajustes de todas as carreiras com índices abaixo dos estabelecidos em Leis.

A proposta apresentada pelo prefeito Pábio Mossoró (MDB) é considerada um “golpe” do governo contra os servidores, pois, além de estabelecer um índice de correção salarial quase 1/3 abaixo do que determina a Lei 819/2009, para a os trabalhadores do magistério também inverte a ordem da aplicação do piso, determinado pelo governo em fevereiro recente, e a data-base estipulada pelo município em março.

Essa inversão causa um suposto prejuízo mínimo para a cada profissional de cerca de R$ 407 por mês e para o resto das suas vidas funcional.

Para evitar a pressão recebida na sessão anterior, a casa presidida pelo vereador Plácido Cunha (Avante) decidiu aumentar a limitação de entrada, impedindo o acesso ao plenário para a maioria dos manifestantes, o que gerou um grande tumulto entre seguranças e servidores.

O tumulto se agravou com a chegada da Polícia Militar que usou, inclusive, Spray de Pimenta dentro da Câmara, atingindo manifestantes e funcionários do parlamento, fazendo muitos passarem mal.

Após a violenta dispersão no interior da Casa Legislativa, o protesto continuou do lado de fora da Câmara, onde servidores cercaram a saída do estacionamento dos vereadores, segundo os manifestantes, na tentativa era furar o bloqueio da indiferença dos vereadores aliados de Pábio Mossoró para que eles tentem alterações na lei em tramitação antes da judicialização do caso.

Um dos vereadores cercados foi o presidente da Câmara, Plácido Cunha (Avante) que foi chamado de “covarde” por determinar a proibição da entrada dos trabalhadores na Casa de Leis e determinar ação das forças de segurança locais contra os manifestantes.

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