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Secretaria de Cultura de Valparaíso pagou mais de R$ 800 mil em locações de palco durante auge da pandemia

Após a denúncia do ex-diretor de cultura de Valparaíso de Goiás, Fernando Fernandes, de que parte dos recursos da Lei Adir Blanc teriam tido sua finalidade desviada pela gestão do secretário Ricardo Viana (PDT), a pasta se tornou mais um foco de suspeitas de corrupção no governo do prefeito Pábio Mossoró (MDB) e da vice Zeli Fritische, também filiada ao PDT.

Secretaria de Cultura de Valparaíso de Goiás
Foto: Reprodução / Montagem

Segundo Fernandes, cerca de R$ 400 mil dos R$ 1,1 milhão enviados pelo Governo Federal ao município para o Auxílio Emergencial dos artistas afetados pelas restrições de prevenção contra a pandemia, foram parar em uma empresa de locação de estrutura e equipamentos de palco, sediada em Luziânia.

Mais grave, um levantamento feito pela reportagem aponta que o governo Pábio e Zeli empenhou R$ 1,02 milhão em locação de palcos e equipamentos afins, apenas em 2020, no auge da pandemia, quando vigoravam medidas de distanciamento social, além da proibição de aglomerações e apresentações ao vivo.

Do valor empenhado, R$ 834.767,38 já foram pagos à Alcione Souza dos Reis ME, em contratações feitas sem licitação, por adesão de atas de Anápolis.

O Jornal Opinião do Entorno tentou contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura por e-mail e com o secretário Ricardo Viana via aplicativo de mensagens para que eles explicassem as suspeitas e disponibilizassem a lista e comprovações dessas prestações de serviço, mas não recebeu retorno de ambos.

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