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Rayssa Leal, a fadinha, é prata no Skate Street Olímpico com apenas 13 anos

Rayssa Leal conquista a medalha de prata no Skate Street Olímpico com apenas 13 anos / Foto: Juan Ignácio Rocorini (EFE)

A brasileira de apenas 13 anos, Rayssa Leal, conquistou na madrugada desta segunda-feira a medalha de prata na categoria street do skate em uma atuação fantástica.

Também conhecida como fadinha, por andar de skate fantasiada quando tinha apenas seis anos, aos 13 anos, seis meses e 21 dias, Rayssa se tornou a mais nova atleta, entre homens e mulheres e todas as modalidades, medalhistas olímpicas da história do Brasil.

Rayssa Leal, de apenas 13 anos, comemora sua manobra na última volta na final olímpica do Skate Street / Foto: Tody Melville (Reuters)

Atual vice-líder do ranking mundial, a Fadinha não se intimidou diante das adversárias mais experientes e deu show no Ariake Urban Sports Park com manobras espetaculares, chamando a atenção, em alguns momentos vista até dançando e sorridente.

Leticia Bufoni e Pâmela Rosa, as outras brasileiras bem cotadas para brigar por uma vaga no pódio em Tóquio, ficaram pelo caminho. Pâmela Rosa, inclusive, revelou que competiu lesionada.

Rayssa Leal observa sua pontuação durante as voltas da final olímpica do Skate Street em Tóquio no Japão / Foto: Juan Ignácio Rocorini (EFE)

A “pequena gigante” Rayssa, nascida em Imperatriz, no Maranhão, é um verdadeiro fenômeno do esporte. Desde 2018, com apenas 11 anos, já integra a seleção brasileira e é vista como uma das melhores do mundo na categoria street, dona de um talento raro.

O primeiro contato com o Skate da “fadinha” foi aos 6 anos, quando seus pais lhe deram o equipamento de presente. Um ano depois ela já estava competindo.

Impressionante na carreira da jovem atleta brasileira é que ela aprendeu tudo por conta própria, sozinha. Ela assista o vídeos dos seus ídolos no celular e depois repetia insistentemente as manobras.

Aos 9 anos, Rayssa já não competia mais entre as crianças para disputar campeonatos na categoria geral. Passou, então, a levar uma vida de “adulta”, treinando três horas todos os dias.

Deu certo, o esforço fez Rayssa Leal, a fadinha, chegar à medalha de prata olímpica.

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