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Presidente da Alemanha diz que os EUA estão destruindo a ordem mundial e cita o Brasil como país estabilizador

Frank-Walter Steinmeier fez críticas à política externa do governo Trump e falou em prevenir que o mundo se torne um 'covil de ladrões'. Fala ocorreu em meio a investida do norte-americano para tomar a Groenlândia, que pertence à Dinamarca

Presidente da Alemanha Frank-Walter Steinmeier diz que Trump está destruindo a ordem mundial / Fotomontagem do Jornal Opinião do Entorno

O presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, disse que os Estados Unidos de Donald Trump estão destruindo a ordem mundial e pediu que o mundo não se torne um "covil de ladrões em que os poderosos tomam tudo o que querem".

Steinmeier fez diversas críticas à política externa do governo Trump durante sua fala em um simpósio nesta quarta-feira (7). Suas críticas ocorrem dias após a deposição do ditador venezuelano Nicolás Maduro via operação militar dos EUA e em meio a uma escalada de tensões entre o governo Trump e a Europa por conta da Groenlândia, ilha pertencente à Dinamarca que o presidente norte-americano quer incorporar aos EUA.

“Hoje, há a quebra de valores por parte do nosso parceiro mais importante, os EUA, que ajudaram a construir essa ordem mundial (...) Trata-se de impedir que o mundo se transforme em um covil de ladrões, onde os mais inescrupulosos tomam tudo o que querem, onde regiões ou países inteiros são tratados como propriedade de algumas poucas grandes potências”, afirmou Steinmeier.

O presidente alemão disse também que a democracia global está sendo atacada como nunca antes e citou o Brasil ao dizer que é necessária “intervenção internacional ativa em situações de ameaça”"Países como Brasil e Índia precisam ser convencidos a proteger a ordem mundial", afirmou.

A fala de Steinmeier foi considerada como incomum, porque ele trata de assuntos internos na Alemanha e assuntos externos ficam a cargo do chanceler Friedrich Merz. Ele citou a anexação da Crimeia pela Rússia e a invasão em larga escala da Ucrânia como um ponto de inflexão histórico e disse que o comportamento dos Estados Unidos representa uma nova ruptura histórica.

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