Prevista para estrear em 30 de abril, a sequência retoma o interesse pela moda e levanta reflexões sobre a aparência das atrizes após quase duas décadas

A proximidade da estreia de O Diabo Veste Prada 2, marcada para 30 de abril, trouxe de volta não apenas o interesse pelo universo da moda, mas também discussões sobre a forma como suas protagonistas envelheceram ao longo dos anos.
Quase duas décadas após o lançamento original, as aparências de Meryl Streep e Anne Hathaway tem sido observada sob uma nova perspectiva.
Especialistas apontam que, mais do que procedimentos estéticos, o que se observa é a adoção de cuidados contínuos e antecipados. A estratégia segue o conceito de “Quiet Beauty”, que valoriza a naturalidade, a prevenção e a disciplina na rotina de cuidados com a pele.
No caso de Anne Hathaway, a constância é um dos principais fatores. A atriz mantém hábitos como o uso diário de protetor solar, limpeza adequada, hidratação e aplicação de ativos específicos.
A combinação desses cuidados contribui para a manutenção de uma pele uniforme e saudável.
“O que vemos em Meryl Streep e Anne Hathaway não é ausência de envelhecimento, mas sim um envelhecimento bem conduzido. A chamada ʻQuiet Beautyʼ reforça que a consistência e prevenção são muito mais eficazes do que intervenções tardias e agressivas”, explica Gabriella Vilela, orientadora da Faculdade ISMD.
Já Meryl Streep representa uma abordagem voltada à aceitação do processo natural. Ao longo dos anos, a atriz adotou práticas simples, como evitar o contato frequente com o rosto, ajudando a preservar a saúde da pele. A proposta não é interromper o envelhecimento, mas acompanhá-lo de forma equilibrada.
Apesar de estilos diferentes, as duas trajetórias convergem em pontos comuns: disciplina, escolhas conscientes e, quando presentes, intervenções discretas.
“Essas atrizes mostram que cuidar da pele é um projeto de longo prazo. Fotoproteção, rotina adequada e respeito à individualidade são pilares que impactam diretamente na qualidade da pele ao longo das décadas”, complementa a preceptora Nathália Batista.








