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Nova cepa da Covid-19 pode ser a pior já detectada

Em comunicado, o diretor executivo do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul (NICD), Adrian Puren, anunciou nesta quinta-feira (25) a descoberta de uma nova variante do coronavírus.

A descoberta ocorre em um momento em que o mundo volta a se preocupar com um novo avanço da doença.

Nova variante do coronavírus é detectada na África / Foto: Revista Galileu

Chamada de B.1.1.529, a nova variante, que é responsável por 22 casos de covid-19 já confirmados no país, possui uma “constelação incomum” de mutações com impactos ainda desconhecidos sobre a transmissão da covid-19.

Embora os dados até o momento sejam limitados, os especialistas do Instituto Sul-africano estão trabalhando para estabelecer mecanismos de vigilância para entender a nova variante e suas implicações. “Os desenvolvimentos estão acontecendo de forma rápida e o público tem nossa garantia de que manteremos todos avisados“.

Segundo a Rede para Vigilância Genômica da África do Sul, a variante já foi identificada em amostras coletadas de 12 a 20 de novembro em Botswana e em Hong Kong, num viajante sul-africano.

A possibilidade de uma nova onda global da pandemia, causada por uma variante que ainda não se sabe como vai reagir diante das vacinas existentes, já colocou em alerta e causou reações no mundo inteiro.

O Reino Unido e Israel proibiram voos da África do Sul e de outros cinco países da África Austral a partir do meio-dia desta sexta-feira (26) no horário local, 9h em Brasília.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a dizer a interlocutores no início da tarde que não atenderia as recomendações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para suspender os vôos vindos de países afetados, porém no final do dia o ministro da casa civil, Ciro Nogueira (PP), publicou em sua rede social, que o governo vai atender as indicações do órgão de vigilância.

A OMS, porém, recomendou cautela na criação de novas barreiras.

O laboratório alemão BioNTech, parceiro da Pfizer na produção de vacinas contra o coronavírus, informou, nesta sexta-feira, 26, que espera ter, em até duas semanas, os primeiros resultados dos estudos que vão determinar se a nova variante da covid-19 identificada na África do Sul é capaz de escapar da proteção oferecida pelo imunizante. Segundo a BioNTech, a cepa “difere claramente das variantes já conhecidas porque tem mutações adicionais na proteína spike“.

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