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Ibovespa acumula 3º recorde consecutivo e dólar fecha em nova queda, a R$ 5,28

Principal indicador da Bolsa de Valores brasileira superou 175 mil pontos nesta quinta-feira (22) e o Dólar atinge menor valor desde 11 de novembro

Volume de negociações na Bolsa de Valores brasileira voltou a ser expressivo, somando R$ 44,1 bilhões, enquanto o Dólar fechou o dia abaixo dos R$ 5,30 / Fotomontagem do Jornal Opinião do Entorno

O Ibovespa fechou em forte alta de 2,19% nesta quinta-feira (22), a 175.589 pontos. O movimento renova recorde histórico de fechamento do índice pelo terceiro dia seguido.

No melhor momento do pregão desta quinta-feira, às 12h39, o principal indicador da Bosa de Valores brasileira chegou a subir 3,27% e a aproximar-se dos 178 mil pontos.

O avanço foi sustentado principalmente por ações de bancos, com grande peso no índice, em um movimento que reflete a realocação global de recursos em direção a mercados emergentes.

O volume de negociações voltou a ser expressivo, somando R$ 44,1 bilhões, bem acima da média diária de cerca de R$ 30 bilhões em 2026.

Dados da B3 reforçam o papel do investidor estrangeiro na alta recente.

Em janeiro, até o dia 20, o saldo de capital externo na bolsa brasileira foi positivo em quase R$ 8,8 bilhões. Com o resultado desta quinta, o Ibovespa acumula alta de 6,55% na semana e cerca de 9% no ano, caminhando para o melhor desempenho semanal desde outubro de 2022.

Dólar abaixo de R$ 5,30

O dólar fechou o dia cotado a R$ 5,284, menor valor desde 11 de novembro, quando estava a R$ 5,27.

Só em 2026, a moeda norte-americana acumula queda de 3,73%.

O cenário internacional sustentou o mercado financeiro nesta quinta. As bolsas globais reagiram positivamente após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar de ameaças de tarifas comerciais contra países europeus, em meio às negociações envolvendo a Groenlândia . Em Wall Street, o índice S&P 500 subiu 0,55%.

Esse movimento foi influenciado pela entrada de recursos externos. São investidores que alocaram parte da carteira em países emergentes para fugir das tensões entre Estados Unidos e Europa.

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