Na última terça-feira (3), a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) de São Paulo entrou na Justiça com duas ações que cobram a execução fiscal de duas multas aplicadas ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) em 2021.

Com o valor de R$ 113 mil, as cobranças se referem à negativas do parlamentar em usar máscara de proteção facial em visitas ao estado quando o item era obrigatório para prevenção contra a pandemia de Covid-19.
O inusitado é que o valor está sendo cobrado pelo governo do ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Segundo informações do portal UOL, as duas multas, que custam R$ 47.955 cada (R$ 95,9 mil no total) já foram inscritas na dívida ativa.
Na época em que foram aplicadas, o uso da máscara era obrigatório no Estado. Com os honorários de advogados, os valores podem ser ainda maiores.
Segundo o portal, a PGE pede à Justiça que Eduardo seja citado e pague os débitos devidos no prazo de cinco dias, com os valores acrescidos de honorários e custos processuais.
Caso contrário, ele pode garantir o pagamento sob pena de penhora de bens até quitar completamente a dívida.
O órgão também indica que seja fixado o valor para pagamento dos trabalhos advocatícios.
As duas multas foram aplicadas no dia 15 de dezembro de 2021, nas visitas feitas por Eduardo nas cidades paulistas de Eldorado e Iporanga.
O pai do parlamentar e ex-presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), também está inscrito na dívida ativa de São Paulo por ser multado pelo governo de João Dória (PSDB) após se recusar a utilizar o item de proteção.








