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Governo Bolsonaro demitiu funcionário da Receita Federal após apreensão de joias

José Barroso Tostes Neto, ex-secretário da Receita Federal / Foto: Reprodução (Portal iG)

José Barroso Tostes Neto , ex-secretário da Receita Federal , foi demitido cerca de um mês depois das joias de diamantes vindas da Arábia Saudita terem sido confiscadas após o ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque , e seu assessor Marcos André Soeiro tentarem entrar ilegalmente no Brasil com os itens. Segundo Albuquerque, as peças eram um presente à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O desligamento de Tostes foi publicado no Diário Oficial da União em 7 de dezembro de 2021. Entre outubro, quando o antigo governo tentou entrar ilegalmente com as joias, até a data da demissão, a equipe de Bolsonaro tentou recuperar os itens em quatro oportunidades.

José tinha grande influência entre os membros da Receita, já que era um servidor de carreira aposentado. Apesar da boa relação com os funcionários, entrou em atrito com a família Bolsonaro ao se negar a nomear Dagoberto da Silva Lemos, indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para a Corregedoria do órgão

Paulo Guedes foi acionado para resolver o problema e ofereceu para Tostes o cargo na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em Paris. No entanto, o ex-secretário não assumiu a função.

Após a exoneração de José Tostes, Júlio Cesar Vieira Gomes foi nomeado para ocupar o cargo. Ele pressionou a Superintendência de São Paulo para que as joias fossem liberadas, mas não obteve sucesso.

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