spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Fábio Faria, ministro de Bolsonaro, se diz arrependido de fazer a denúncia contra as rádios do nordeste

Fábio Faria diz se arrepender de ter feito denúncia contra rádios do nordeste
Foto: Reprodução (Portal A Tarde)

O ministro das Comunicações do governo Bolsonaro, Fábio Faria, recuou nesta sexta-feira (28) da denúncia feita na segunda (24), contra rádios no nordeste que, segundo ele, estariam suprimindo as propagandas da campanha à reeleição do presidente, e admitiu ter cometido um erro. “Me arrependi profundamente de ter participado daquela entrevista coletiva. Se eu soubesse que [a crise] iria escalar, eu não teria entrado no assunto”, afirmou.

Ele havia convocado a imprensa para informar sobre “graves fraudes” em inserções de propagandas do horário eleitoral gratuito de rádio, principalmente no Nordeste.

Segundo o ministro, o presidente teria tido 154.085 inserções a menos que seu adversário, Lula (PT), o que provocaria “desequilíbrio” de forças na disputa. A descoberta, como explicou, havia sido atestada por uma consultoria contratada pela campanha.

O episódio foi tratado pela imprensa como Radiolão ou RadioGate de Bolsonaro e, com base nele, partidários do presidente passaram a pedir o adiamento das eleições. O senador Lasier Martins (Podemos-RS), considerando o “prejuízo irreparável”, escreveu em sua conta do Twitter: “Falhou a fiscalização. Para restabelecer a equidade no processo eleitoral é preciso tempo para investigação profunda. Adiar a eleição é a única solução”.

Após a apresentação da denúncia por meio de uma peça frágil, chamada até de “apócrifa”, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, deu 24 horas para a coligação ‘Pelo Bem do Brasil’ apresentar provas que sustentassem a interpelação.

Bolsonaro chegou a declarar que sua equipe virou a noite para atender as exigências do tribunal. No dia seguinte, a equipe jurídica do presidente enviou um relatório de uma suposta auditoria para comprovar as denúncias.

O documento continha apenas oito emissoras, com nomes e frequências desconexas e inexatas, falando em pouco mais de 700 inserções faltantes.

Na sequência as rádios citadas no documento começaram a desmentir as acusações de Fábio Faria. Em sua maioria bolsonaristas elas informaram que foi a campanha do presidente quem deixou de mandar as peças publicitárias.

A demissão de um servidor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre Gomes Machado, responsável pelo pool dos veículos de comunicação, deu fôlego à narrativa dos Bolsonaros

Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

.ultimas

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

.Siga-nos

16,985FãsCurtir
15,748SeguidoresSeguir
2,458SeguidoresSeguir
61,453InscritosInscrever
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

.destaques