spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Estudo aponta que maioria dos criadouros do mosquito da Dengue estão no lixo domiciliar

O Governo de Goiás alerta a população e os gestores municipais a fazerem o descarte adequado do lixo produzido nas residências como forma de prevenir e minimizar os casos de doenças como dengue, chikungunya e zika.

Maioria dos criadouros do mosquito da Dengue são encontrada no lixo de áreas residenciais e seus arredores / Foto: Reprodução (Freepic e SES)

O Levantamento do Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) nos domicílios de todo o território goiano, constatou que a maioria dos criadouros do inseto transmissor dessas doenças foram encontrados predominantemente em lixos depositados em áreas residenciais e suas adjacência, de maneira incorreta.

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES-GO, Flúvia Amorim, aponta a necessidade de um esforço conjunto envolvendo a população e os gestores municipais para a resolução do grave problema. “A iniciativa é simples e depende da disposição de todos os cidadãos e dos responsáveis pelas administrações municipais”, acentua.

Em Valparaíso de Goiás, por exemplo, a explosão mobiliária durante os sete anos de governo do prefeito Pábio Mossoró (MDB) e a suposta falta de prevenção da secretaria de infraestrutura, comandada pelo secretário Marcus Vinícius, responsável pela limpeza urbana, teriam feito aparecer diversos pontos de descarte inapropriado de lixo na cidade.

Via de acesso ao bairro Ypiranga, em Valparaíso de Goiás / Foto da redação

Qualquer recipiente deixado nestes locais, que acumule água por mais de sete dias, pode se tornar um criadouro do Aedes Aegypti. Ainda segundo a superintendente, por isso as equipes de limpeza urbana devem fazer o manejo adequado para evitar que o local onde o lixo é depositado se transforme em um grande criadouro. Esse depósito deve ser monitorado constantemente com o uso de tecnologias adequadas.

Alerta para epidemia de casos graves

Estudos mostram que está em circulação o vírus tipo 3 da dengue no estado, mais agressivo, que já esteve presente no país há cerca de 15 anos. Esse fato acende o sinal de alerta para o risco de uma nova epidemia causada por esse sorotipo viral.

A pasta estruturou uma equipe de profissionais que tem como finalidade monitorar e desencadear ações oportunas em relação ao controle das arboviroses. Esse grupo, denominado Sala de Situação, trabalha com reuniões semanais para elencar os municípios prioritários, onde deverão ser reforçadas as ações de combate ao vetor.

Os principais sintomas de dengue são febre (por dois dias ou mais), dor nos olhos, dor muscular, prostração e indisposição generalizada. Outros sinais de alerta incluem tontura, diminuição da urina, vômito, dor abdominal e dificuldade para respirar. Nesses casos, a recomendação é buscar imediatamente o serviço de saúde.

.ultimas

Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

.Siga-nos

16,985FãsCurtir
15,748SeguidoresSeguir
2,458SeguidoresSeguir
61,453InscritosInscrever
Publicidadespot_imgspot_imgspot_imgspot_img

.destaques