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Corrupção – Governo Pábio Mossoró é alvo de novas suspeitas, dessa vez na contratação das cirurgias de catarata

Surgem novos indícios de corrupção no governo do prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró (MDB) e de sua vice Zeli Fritsche (PDT), mais uma vez na Secretaria Municipal de Saúde da cidade.

Prefeito Pábio Mossoró de Valparaíso de Goiás em visita ao Hospital Municipal para acompanhar
o programa de cirurgia de cataratas, suspeito de corrupção
Foto: Reprodução das redes sociais

Conforme uma fonte do órgão, a contratação do Instituto de Medicina da Visão LTDA. para a realização das Cirurgias de Cataratas, teria ocorrido em um “processo licitatório viciado”, para favorecer a empresa que tem como proprietária a Sra. Patricia Rodrigues Moura Rocha, filha do coordenador do programa na cidade, Paulo Cesar Moura.

Paulo Cesar é nomeado como Assistente de Gestão no gabinete de Pábio Mossoró com um salário de R$ 10 mil e é apresentado pelo próprio prefeito como coordenador do programa das cirurgias.

Segundo informações, a chamada Pública 005/2019 teria sido feita sem transparência para evitar concorrência e beneficiar o Instituto ligado ao gabinete do prefeito Pábio. O que teria prosperado, já que a clínica foi a única empresa participante do certame.

Essa foi a segunda licitação para contratar as cirurgias, pois a primeira, que seria custeada pelo Governo Estadual, não gerou pagamentos.

Mais adiante, mantendo a subjetiva preferência pela empresa, teoricamente ligada a Mossoró, o contrato 400.671/2019 foi aditivado mais duas vezes pela pasta da Saúde, acrescentando os valores e a vigência para 2020 e 2021 respectivamente.

Além da suposta fraude na licitação, o esquema também poderia, segundo a fonte, superfaturar os valores pagos por meio da cobrança de cirurgias a mais do que as de fato realizadas.

No grupo que realiza os procedimentos ainda há o filho do coordenador do programa, Paulo Cesar Júnior, que também está nomeado em cargo comissionado por Pábio Mossoró com um salário de R$ 6 mil mensais. Ele já apareceu como operador do programa a serviço da Clínica.

O governo comandado por Mossoró e Zeli, já empenhou R$ 6,3 milhões pelo pelo contrato 400.671/2019 para a empresa, dos quais R$ 4,5 milhões foram liquidados.

Questionados sobre as supostas irregularidades, tanto a assessoria de comunicação do prefeito Pábio Mossoró, o coordenador do programa, Paulo Cesar Moura, e a responsável pelo Instituto de Medicina da Visão, senhora Patricia Rodrigues Moura Rocha, não se manifestaram. Quanto ao senhor Paulo Cesar Moura Júnior, a redação não conseguiu fazer contato.

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