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Com R$ 48 milhões em caixa a quase um ano, prefeitura de Valparaíso segue com obras paralisadas no Anhanguera

As obras anunciadas pelo prefeito de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró (MDB), como solução para a falta de infraestrutura no Setor de Chácaras Anhanguera, lançadas no dia 13 de janeiro de 2023, continuam paralisadas, mesmo com o recebimento de R$ 48,7 milhões ocorrido a quase um ano, proveniente do empréstimo feito junto ao Banco do Brasil para financiar o empreendimento.

Rua do bairro do Setor de Chácaras Anhanguera, em Valparaíso de Goiás no dia 02 de agosto de 2023 / Foto: Reprodução

Pressionado pela imprensa livre e pela opinião pública, Mossoró a anunciou, ele próprio, a retomada dos trabalhos ao vivo, no programa Balanço Geral, da TV Record, em 20 de junho, e um mês depois foi a vez do secretário de infraestrutura da cidade, Marcus Vinícius fazer o mesmo ao jornalista Mário Prata. Porém as intervenções permanecem abandonadas, o que aumentar as críticas:

"Esse prefeito (Pábio Mossoró) e esse secretário (de obras, Marcus Vinícius), são a enrolação pura. Eles ficam passando mel na boca dos moradores, mas devem estar enrolando a gente, deixando o povo no sofrimento para trabalhar só no ano da eleição", disse o morador Ednei Moreira.

Piores do que antes, ruas rasgadas para a instalação das manilhas, exaustivamente fotografadas pela equipe de marketing do prefeito Pábio, estão intransitáveis, causando ainda mais transtornos para a comunidade. "Nosso desvio aqui agora é maior. Esse pedaço revirado pelas máquinas virou um Deus nos acuda, e a gente nem pode dizer que eles já pioraram tuto o que podiam piorar, provavelmente ainda tem mais por vir.", comentou a senhora Maria Helena.

De acordo com o secretário Marcus Vinícius, a obra de mais de R$ 61 milhões, contratada num Regime criado para as construções da Copa do Mundo de 2014 e pouco usado nas prefeituras, justamente pela fragilidade de juntar a elaboração do projeto e a execução propriamente dita em uma espécie de combo, apresentou falhas no estudo do solo e pode ficar ainda mais cara.

O RDC (Regime Diferenciado de Contratação), utilizado pelo governo Mossoró para contratar o chamado “Consórcio Anhanguera”, é considerado pela maioria dos gestores de boa performance como um modelo pouco transparente, propício á corrupção e falha.

Consultada sobre os valores recebidos para pagamento da obra e sua paralização mesmo assim, tanto a assessoria de comunicação da prefeitura, quanto as secretarias de obras e de finanças não se manifestaram até o fechamento desta publicação

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