A campanha de Rogério Marinho (PL-RN) pela presidência do Senado conta agora com um reforço do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que desde a sexta-feira (27) está contatando aliados pedindo que votem em Marinho e, principalmente, “contra o PT“, na quarta-feira (01), quando haverá eleições para a presidência das duas Casas do Congresso Nacional.

Foi o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, quem solicitou a ajuda. Ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Marinho vai desafiar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que é candidato à reeleição e concorre com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT. Corre por fora o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), que se lançou como avulso e é visto como linha auxiliar de Marinho.
O trio do Centrão, formada por PP, PL e Republicanos, oficializou neste sábado (28) o bloco pró-Marinho. Os três partidos reúnem 23 senadores e, para ser eleito, o candidato precisa de 41 votos.
Diante do favoritismo de Pacheco, aliados de Marinho recorrem nas redes sociais à estratégia do “gabinete do ódio”, instalado no Palácio do Planalto durante o governo Bolsonaro, na tentativa de desconstruir o adversário.
Além de atacar Pacheco, a estratégia desse “gabinete” de apoio à Marinho também está trabalhando com a suposta opinião pública formada pelos bolsonaristas na rede social.








