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Bolsonaro diz: “Por mim, não teria Carnaval” em 2022

Apesar de sempre ter se posicionado contra as medidas sanitárias para conter o novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (25) que, por ele, não haveria Carnaval em 2022.

Por mim, não teria Carnaval. Mas tem um detalhe, quem decide não sou eu. Segundo o STF, quem decide são os governadores e prefeitos“, afirmou Bolsonaro em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia.

Foto: Fernando Frazão (Agencia Brasil)

A declaração do presidente distorce mais uma vez a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que deu autonomia a Estados e municípios para decidir sobre medidas de controle do coronavírus. Segundo os ministros da Corte, a deliberação nunca retirou poderes do governo federal para lidar com a pandemia.

Como mostrou uma publicação do Estadão desta quarta-feira (24), as capitais brasileiras com tradição Carnavalesca, exceto o Rio de Janeiro que já confirmou a festa, mantêm sob dúvidas a realização dos eventos em 2022, no momento em que vislumbram a Europa enfrentando a quarta onda de covid-19 após o relaxamento das medidas de distanciamento social.

Em São Paulo, a decisão será tomada até o final do ano, de acordo com o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, a partir do cenário epidemiológico e vacinal. O prefeito de Recife, João Campos (PSB), chegou a propor a criação de um comitê de prefeitos de capitais, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. A capital mineira já anunciou que não vai patrocinar a festa, como de costume. Salvador ainda não confirmou o evento.

Mantendo o costume das falas sem respaldo e ou até contrárias às evidências científicas, Bolsonaro também disse durante a entrevista que a vacina contra covid-19 fornece menos tempo de proteção contra a doença do que a imunidade incentivada pela contaminação:

Quem está contaminado tem imunidade por muito mais tempo, isso está comprovado“, declarou.

A imunidade induzida pelas vacinas é duradoura e efetiva no contexto da pandemia, de acordo com especialistas. A redução da proteção após 6 meses o complemento vacinal, que motivou o protocolo da aplicação da 3ª dose dos imunizantes, não é geral e tem menor incidência que o múltiplo contágio.

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