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Bolsonaro descumpre o prometido e diz que mão pode provar fraudes nas urnas eletrônicas

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não apresentou as provas, como havia prometido para esta quinta-feira (29), que embasem suas denúncias de fraudes eleitorais por manipulação das ‘urnas eletrônicas’.

Durante sua Live semanal, o presidente Bolsonaro se desmente a si próprio e diz que não tem como provar fraudes nas urnas eletrônicas / Foto: Reprodução

Em sua Live semanal, para a qual solicitou o acompanhamento da imprensa, Bolsonaro só publicou vídeos antigos, divulgados na internet por seus próprios eleitores reclamando de problemas na hora de votar em 2018 e um vídeo de um youtuber sobre suposta manipulação da urna eletrônica, que já foi comprovadamente desmentido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O presidente acabou frustrando seus seguidores após cerca de 4 meses de promessas e se desmentiu a si próprio, dizendo não ser possível provar as supostas fraudes nas eleições:

Não tem como se comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas, são indícios. Um crime se desvenda com vários indícios. Vamos apresentar vários indícios aqui. Isso aconteceu largamente nas eleições de 2018. Tem vários vídeos mostrando exatamente isso daí. Vamos deixar isso daí? Acabando as eleições, a gente vai judicializar? Quem vai julgar? Quem colocou o Lula fora da cadeia. E eu digo mais, não temos provas, deixar bem claro, mas indícios que, eleições para senadores e deputados, podem acontecer a mesma coisa. Por que não?“, disse Bolsonaro.

Nas últimas semanas, com a popularidade em queda e com pesquisas mostrando que pode perder a reeleição, o presidente aumentou a ofensiva pela adoção do voto impresso nas urnas eletrônicas com o objetivo de, segundo ele, garantir que as eleições de 2022 não sejam fraudadas, mesmo que não haja nenhuma comprovação de fraudes envolvendo o dispositivo.

Bolsonaro ainda voltou a afirmar que o Brasil não é uma “república de bananas” e sugeriu que poderia haver guinada autoritária similar à da Venezuela, caso não haja alteração do sistema eleitoral.

O que eu quero é democracia. Tantos me acusam de ser ditador, tantos me acusam de ser violento. Não somos uma república de bananas, tem alguns bananas nela. Quem quer a instabilidade de uma nação poderosa como a nossa? Somos um país forte. Não podemos aceitar na mão grande, no poder da força de alguns, alguém assumir o timão desse País e levá-lo para o caos, como assistimos na América do Sul“, esbravejou.

Na sequência Bolsonaro voltou a reforçar os ataques ao presidente do TSE e ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, que, segundo versão contada pelo presidente, fez articulação junto a parlamentares para persuadi-los a orientar suas bancadas a votar contra a PEC do voto impresso, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-SP), em Comissão Especial no Congresso. “Vamos atender a vontade popular. Não vamos nos prender à vontade de um homem apenas que interfere no poder Legislativo“, declarou ele ainda alterado.

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