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Bolsonaro decide obedecer médico após garantia de aliados de que ele não deve ser preso por hora

De acordo com interlocutores, Jair Bolsonaro (PL) não queria voltar ao Brasil por agora, mas seu retorno deve acontecer ainda neste mês de janeiro ou no começo de fevereiro. Ele obedecerá uma recomendação médica após a garantia de aliados de que não há, por hora, a intenção de magistrados em mandar prendê-lo.

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos / Foto: Reprodução (Estado de Minas)

O ex-presidente planejava ficar fora do país até março, mas avisou aos aliados que pretendia estender o período nos Estados Unidos por causa das  investigações do ato terrorista de 8 de janeiro em Brasília. A maior preocupação era pisar em solo brasileiro e algum ministro do Supremo Tribunal Federal determinar sua prisão preventiva.

Com o avanço das investigações, aliados passaram a buscar informações para saber se tem alguma chance de Bolsonaro parar na cadeia. A resposta encontrada é que nenhum magistrado tem a intenção de levá-lo para a prisão, ao menos neste momento.

A justificativa é que para prender um ex-presidente são necessárias provas contundentes. As prisões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governante Michel Temer (MDB) são usados como exemplos. Ambos os episódios, do ponto de vista de políticos e ministros, são tratados como desastrosos para a justiça brasileira.

Também é apontado que o Supremo não quer perder a razão e que levar Bolsonaro para a cadeia pode colocar mais fogo no país.

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