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Blogueiro bolsonarista diz que ataque antidemocrático era planejado para dezembro

O blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio afirmou em entrevista ao site The Brazilian Report, que o ataque golpista promovido por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas sedes dos Três Poderes era planejado ainda para 2022. Isso só não ocorreu por falta de mobilização do movimento, disse ele.

Blogueiro Oswaldo Eustáquio / Foto: Reprodução

“Eu entendi que se a gente fosse para lá e a gente enchesse a Esplanada, o Bolsonaro ia decretar intervenção militar. Mas as pessoas não quiseram ir. Eles acreditaram nos militares. Os generais que traíram o povo”, apontou.

O blogueiro afirmou ter sido contra o atentado às sedes do Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional e Palácio do Planalto, ocorridos no último dia 8 de janeiro. Para ele não fazia mais sentido o ato após a posse do presidente Lula (PT).

Na opinião de Oswaldo, os bolsonaristas que depredaram o patrimônio público agiram sob “efeito de manada”, ele acredita que a depredação foi uma estratégia executada pelo próprio governo petista.

“Não foram só infiltrados ou black blocs que quebraram. Algumas pessoas do nosso também quebraram uma vidraça ou duas. É errado. Só que elas foram no efeito manada. Isso tudo foi orquestrado", disse ele.

Para organizar o movimento, os golpistas passaram a chamar o ato de “Festa da Selma”. Segundo o blogueiro, o termo surgiu como um referência ao Exército, em trocadilho com a palavra “selva”. Além disso, ele afirmou que havia a intenção de ocupar o Congresso Nacional.

“Começaram a colocar nos grupos que a festa da Selma ia ser mais agitada. Então havia uma intenção dessas pessoas de fazer uma ocupação no Congresso Nacional”, declarou o bolsonarista, contrariando a sua própria ideia de que a depredação não partiu dos apoiadores do ex-presidente.

Eustáquio é investigado nos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos, e já foi preso três vezes por ordem de Moraes.

O bolsonarista também foi condenado a indenizar o PSOL em R$ 10 mil pelo crime de difamação, informou o portal UOL.

Em dezembro de 2022, ele teria participado dos ataques promovidos à sede da Polícia Federal, em Brasília, na data de diplomação do presidente Lula (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Ele teria se escondido no Palácio do Alvorado para escapar de um mandado de prisão. Dias depois, ele afirmou ao mesmo portal UOL que não temia ser preso e que, se houvesse mandado, se entregaria.

Oswaldo Eustáquio foi preso no mesmo mês, após nova ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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