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Após um ano da reeleição, governo Pábio e Zeli acumula escândalos e promessas não cumpridas em Valparaíso

Nesta segunda-feira (15), o governo do prefeito Pábio Mossoró (MDB) e da vice Zeli Fritsche (PDT) completou um ano da sua reeleição, acumulando um saldo negativo de suspeitas de corrupção, promessas não cumpridas e caos em diversas áreas:

Prefeito Pábio Mossoró e vice Zeli Fritsche, suspeitos de corrupção e de enganar eleitores
Foto: Reprodução (Instagram de Pábio Mossoró, com edição da redação)

Corrupção:

Se multiplicam as suspeitas e denúncias de corrupção na gestão de Pábio e Zeli:

  • Esquema de contratação de funcionários fantasmas, incluindo pessoas ligadas diretamente o prefeito;
  • Direcionamento e superfaturamento em compras da saúde, com as mesmas práticas e empresas investigadas pela 6ª Promotoria de Formosa e a Polícia Civil de Goiás, que já levou 3 para a prisão, sendo dois de Valparaíso;
  • Desvio de finalidade de recursos da cultura, com locações milionárias de estrutura de palco em plena pandemia;
  • Esquema de favorecimento no pagamento de cerca de R$ 4 milhões em cirurgias de catarata. Entre outras suspeitas com indícios.

Educação:

Na educação, por exemplo, Pábio e Zeli apresentaram um cenário de ‘sonhos’ durante a campanha, com três creches novas e a promessa de mais unidades:

Menos de um ano depois, a realidade é bem outra. Na volta às aulas, no pós-pandemia, mesmo tendo recebido rigorosamente todos os recursos Federais, mas sem o custo dos alunos nas salas de aula, as creches não tinham mobiliário, não havia uma única das cadeira para as crianças sentarem nem na unidade que leva o nome da mãe do prefeito, as escolas estavam abandonadas, praticamente desabando, sem manutenção mínima, apenas uma maquiagem com as cores do novo partido político do prefeito, o que também derreteu nas primeiras chuvas.

Veja vídeos da real e atual situação das escolas:

Segundo os professores, de 47 escolas, apenas 3 estão em melhor situação, as outras têm falta de pias para higiene das mãos dos alunos, hã banheiros interditados, fiação elétrica exposta, vidros quebrados, quando chove entra água por todos os lados.

Houve um alagamento, uma enchente, no dia 13 (Oct/2021), dia de retorno, no primeiro dia de aula, e agora na última sexta-ferira dia 12 (Nov/2021), demonstrando ai a total falta de condições para funcionamento e até colocando em risco toda a comunidade escolar, de lá para cá nada foi feito, nenhum prego foi batido no telhado da escola“, disse o professor Jean Mourão (a partir dos 44 segundos do áudio).

Recentemente, após matéria vinculada pelo Opinião do Entorno, o prefeito Pábio Mossoró exonerou sua companheira do cargo responsável justamente por tomar conta dos recursos destinados à manutenção da educação na cidade.

Saúde:

Na propaganda de campanha, Pábio e Zeli apresentaram outro mundo dos sonhos, com cirurgias de cataratas estrutura abundante e até a promessa da criação de um “Programa de Apoio para a Saúde” um espaço, segundo o vídeo, para pacientes e acompanhantes que precisam de tratamento em Goiânia. Nas imagens aparecia a arrumação de apartamentos e um corredor ao estilo de hotel 5 estrelas.

Outra vez a realidade de um ano após é muito diferente da propaganda. A saúde pública municipal virou um foco de denúncias de irregularidades e a falta de serviços.

A população vem denunciando a falta de medicamentos, de testes da Covid-19, de atendimento, de médicos e por outro lado surgiram indícios de corrupção, com o direcionamento e superfaturamento de compras, favorecimento em processos seletivos, contratação de funcionários fantasmas e até um possível esquema de favorecimento com o pagamento de cerca de R$ 4 milhões nas cirurgias de catarata.

No dia 04 de outubro recente, vídeos publicados nas redes sociais mostrando uma paciente com sintomas semelhantes ao de um infarto, mas sem atendimento na UPA do Marajó causou uma série de reações populares, que passaram a relatar nos grupos de internet a falta de atendimento na saúde pública Valparaisense:

Veja o vídeo:

Com os casos denunciados pela vereadora Cláudia Aguiar (PSDB), a “tropa de choque” aliada do prefeito e da vice saíram em defesa do governo, as vezes até tropeçando nas palavras, como aconteceu com o vereador Tião da Padaria (PSC), que na tentativa de defender Pábio e Zeli, acabou confirmando a existência do esquema de contratação de funcionários fantasmas na secretaria municipal de saúde, dentre as quais estaria até uma cunhada do prefeito:

Infraestrutura:

Às vésperas das eleições, o governo Pábio e Zeli espalhou fragmentos de obras em vários pontos da cidade, passando a impressão de volume e deu a entender aos moradores que os bairros seriam atendidos por inteiro.

Passadas as eleições, assim que as chuvas se intensificaram, e assim como outras, as obras se mostraram de baixa qualidade e boa parte delas desceram água abaixo.

No quinto ano do governo continuado de Mossoró e Zeli, Valparaíso tem o seu pior momento histórico ,no que diz respeito à infraestrutura geral. Os buracos tomam conta de quase todas as vias, menos as recuperadas em 2012, ainda no governo de Lêda Borges (PSDB), não há capitação de águas pluviais e as galerias construídas não funcionam.

Os vídeos a seguir mostram, na sequência, uma das ruas do bairro Ipanema, asfaltada às vésperas das eleições, a rua marginal da BR 040, na parte sul do Balão de Acesso ao Valparaíso II, recém construído, e a avenida São Paulo, no Setor de Chácaras Anhanguera, que também recebeu obras de pavimentação pouco antes do pleito eleitoral.

Finanças:

No dia 20 de Setembro de 2020, à 55 dias da eleição, o prefeito candidato publicou em suas redes sociais que o equilíbrio nas contas públicas promovido por seu governo havia possibilitado o investimento em educação, saúde, iluminação entre outros:

Naquele momento, o a prefeitura já vinha “pedalando” com a contribuição patronal dos servidores públicos, descontada dos trabalhadores, mas não repassa ao Instituto de Previdência Municipal, tudo devidamente oficializado após a reeleição, no dia 11 de dezembro de 2020 com a aprovação, na Câmara, da suspensão dos repasses sob o pretexto da pandemia.

Mais grave, recentemente o governo Pábio e Zeli solicitou a autorização para contratar uma operação de crédito (empréstimo) de R$ 70 milhões, um tipo de endividamento jamais visto na região, que pode comprometer até 5 anos do valor médio para reinvestimento dos municípios brasileiros, que é de 4% do orçamento anual, segundo estimativa da secretaria do Tesouro Nacional.

No projeto autorizativo, o prefeito não especificou qual a real urgência do endividamento, onde exatamente os “milhares de Reais” serão aplicados, qual o prazo para pagamento, quais as taxas de juros e a justificativa para a escolha do Banco do Brasil como instituição credora.

Diante da diferença entre o “cenário pintado” durante a campanha eleitoral e a realidade, já é possível notar, principalmente nas redes sociais, uma grande quantidade de manifestações de insatisfação da população, inclusive de eleitores da dupla.

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