Em votação realizada na madrugada deste sábado (28), a CPMI do INSS rejeitou o relatório final elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL).

Mesmo após o presidente da comissão, Senador Carlos Viana (PODE-MG), ter afirmado em entrevista ao programa Roda Viva que as investigações não encontraram elementos que ligassem filho do presidente Lula (PT) aos descontos associativos fraudulentos, o texto pedia o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, do senador Weverton Rocha (PDT-MA), do deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), da deputada Gorete Pereira (MDB-CE) e de mais 211 pessoas.
Dos 31 parlamentares que formaram o quórum, 19 foram pela rejeição do texto, enquanto 12 foram a favor da proposta.
Após a votação, Carlos Viana se recusou a submeter à apreciação o pedido dos governistas para um texto alternativo. Viana encerrou a reunião sem nova análise e a CPI do INSS foi finalizada sem a apresentação de um relatório final.
O relatório final rejeitado apontou uma rede de 41 empresas que teriam sido usadas para pagamento de propinas e lavagem de dinheiro de diferentes esquemas. O conglomerado teria movimentado pelo menos R$ 39 bilhões entre 2018 e 2025.











