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Evangélica, a senadora Eliziane Gama é alvo de repúdio da Assembleia de Deus após declarar voto em Lula

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) foi alvo de uma nota de repúdio da organização que gere as igrejas Assembleias de Deus no Maranhão após declarar apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao lado de outros políticos e lideranças cristãs, a parlamentar esteve no evento em que o petista divulgou uma carta-compromisso para os evangélicos, na última quarta-feira (19).

Senadora Eliziane Gama (Cidadania) é alvo de repúdio da da igreja evangélica onde congrega por declarar apoio à Lula
Foto: Reprodução (Roberto Casimiro – Estadão)

O Conselho Estadual das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Maranhão (Ceadema) afirmou, em nota, que "a grande maioria dos posicionamentos da senadora caminha na direção contrária ao que a organização defende e acredita, como a preservação dos bons costumes, da família tradicional e o apoio ao governo que defende os princípios e pautas conservadoras".

A nota é assinada pelo pastor Antonio Valbert Alves Silva, coordenador do conselho político da Assembleia de Deus, que já aderiu oficialmente à campanha do presidente Jair Bolsonaro(PL).

Em resposta, a senadora afirma que atuou em defesa do que chamou de “valores cristãos” no Senado. "Se alguém desejar se colocar como juiz das minhas ações, precisa reconhecer que, como parlamentar, sempre lutei em defesa da vida e da família, contra o aborto, contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, contra a legalização das drogas", disse a senadora.

A parlamentar pede que o documento da Ceadema seja retirado de circulação, em respeito à sua "liberdade como cristã, parlamentar e cidadã".

Logo após a divulgação da nota, Eliziane recebeu uma onda de apoio de outras senadoras via redes sociais. Simone Tebet (MDB), que também apoia Lula para a Presidência, afirmou que o episódio ilustra a deturpação do que deveria ser "exemplo de bondade, que é a fé e a religião". A senadora Leila Barros (PDT) também prestou solidariedade.

O ex-presidente Lula afirmou que o episódio é "inaceitável". "Minha solidariedade à senadora e aos evangélicos que estão sofrendo pressão", publicou. O presidente do Cidadania, Roberto Freire, partido de Eliziane, disse que "a politização da religião está prestando um desserviço à liberdade religiosa no País, ao criar clima de intolerância que divide famílias".

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