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Deputado aliado do governo Lula aciona STF para obrigar instauração da CPI do Banco Master

Rodrigo Rollemberg (PSB) aponta omissão da presidência da Câmara ao ignorar requerimento que conta com 201 assinaturas

Deputado Rodrigo Rollemberg (PSB) aciona o STF para obrigar o presidente da Câmara Federal ac instalar a CPI do Banco Master / Foto: Reprodução

"Nós estamos diante ao maior escândalo financeiro da história do Brasil. É mais do que uma obrigação da Câmara Federal instaurar essa CPI", disse o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB), na noite desta segunda-feira (9), ao informar que ajuizou Mandado de Segurança (MS) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos). O objetivo é obrigar a criação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master 

Segundo Rollemberg, que é da base governista, o presidente da Casa é omisso e sequer leu em plenário o requerimento com mais de 200 assinaturas, que segue regras constitucionais, e pleteia a instauração da CPI Master, incluindo também o Banco Regional de Brasília (BRB), envolvido no esquema.

O deputado afirma que o documento foi protocolado há mais de 30 dias e, desde então, não foi constatada qualquer movimentação formal no sistema da Câmara.  "Impedir o funcionamento de uma CPI enfraquece o papel fiscalizador do Congresso Nacional", disse Rollemberg. 

Objeto da CPI

O cerne da investigação é um provável rombo bilionário decorrente de negociações entre o BRB e o Banco Master. Segundo estimativas, o prejuízo aos cofres públicos pode chegar até R$ 12 bilhões, incluindo a compra de cartas de crédito e títulos de ordem duvidosa pela instituição bancária do Distrito Federal.

Requerimentos

Em manifestação recente, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), justificou que há uma fila de 16 requerimentos anteriores à espera de viabilização sobre o mesmo tema. Ele defende a investigação “ampla” e isenta de “interferências” e informou ainda, que por Lei, a Casa só pode acontecer ao mesmo tempo até cinco CPIs.

Mas para Rollemberg, o argumento da fila não tem base jurídica quando diz respeito ao direito constitucional das minorias parlamentares. Ele pede que o Supremo conceda liminar determinando a instalação imediata da comissão do colegiado. 

Resposta do STF

Desde o protocolamento até o momento, o STF não designou relator para o mandado de segurança, nem emitiu despacho sobre o pedido liminar do deputado. A expectativa é que caso seja analisado rapidamente pela Corte, uma vez que liminares anteriores decidiram que o presidente de uma casa legislativa não tem poder total para barrar comissões que cumpram os requisitos formais.  

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