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Conversas evoluem, e Tebet aceita ser ministra do Planejamento

Após uma nova reunião de negociações com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a senadora Simone Tebet (MDB-MS) decidiu aceitar nesta terça-feira (27), o convite para ser ministra do Planejamento e Orçamento.

Simone Tebet ao lado de Lula Foto Reprodução (Nelson Almeida / Agence France-Presse)

O deputado Alexandre Padilha (PT-SP), futuro titular da Secretaria das Relações Institucionais na Presidência da República foi quem confirmou que o convite e a disposição de Tebet, mas negou que Lula tenha discutido com a senadora mudar a estrutura atual do ministério.

"Temos uma sinalização positiva de que ela aceitou o ministério do Planejamento”, disse Padilha, que completou:

“O presidente Lula fez o convite à senadora Simone Tebet pelo papel que ela teve no segundo turno e como prefeita, como senadora e capacidade como gestora."

Os acertos referente à abrangência da pasta serão fechados por Lula nos próximos dias. Mas, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, os aliados da senadora apontam que ela teria conseguido manter sob seu comando o PPI. Também devem ficar sob responsabilidade de Tebet o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), bem como a área de relações internacionais com bancos de desenvolvimento.

A senadora, que ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais de 2022 e termina seu mandato no Congresso neste ano, também pediu que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil ficassem sob o guarda chuva do Planejamento, mas a ideia foi de pronto descartada. Tradicionalmente os bancos públicos ficam sob a alçada do Ministério da Fazenda, que a partir de janeiro de 2023 será comandado por Fernando Haddad.

Negociações:

A emedebista apoiou Lula no segundo turno, participando ativamente da campanha eleitoral. Seu apoio foi considerado fundamental para a vitória do petista, que alcançou 50,90% dos votos, contra 49,10% de Jair Bolsonaro (PL).

A parlamentar do Mato Grosso do Sul tinha como meta assumir a Educação, que acabou ficando com o senador eleito Camilo Santana (PT-CE), ou o Ministério do Desenvolvimento Social, entregue para o senador eleito Wellington Dias (PT-PI). A senadora chegou até a dizer que não aceitaria comandar nenhuma outra pasta, mas passou a avaliar outras opções após se reunir com o petista na semana passada.

Lula teria oferecido o Meio Ambiente, que Tebet recusou em favor da deputada eleita e referência na área, Marina Silva.

O MDB tem deixado claro nas negociações que a indicação de Tebet não está contida na cota do partido e que se trata de uma escolha pessoal de Lula. A sigla briga por duas pastas: Ministério dos Transportes e Cidades.

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