Manifestação é a primeira desde o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ); eles também defendem a soltura de Jair Bolsonaro (PL), preso pela trama golpista que culminou nos atos de 08 de janeiro de 2023

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza neste domingo (1º), uma série de atos pelo País. Os manifestantes defendem a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso pela trama golpista, fazem críticas ao governo federal e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Em São Paulo, a manifestação ocorre na avenida Paulista, na altura do Masp. O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, chegou acompanhado do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), outro pré-candidato ao Planalto, do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do pastor Silas Malafaia.
Também está presente o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD. Além deles, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, participa do ato.
Os manifestantes pediram anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos demais condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, embora esse não tenha sido um dos motes da convocação dos protestos nas redes sociais. Nos últimos dias, o ato foi convocado sobre o bordão genérico de “Acorda, Brasil”, com foco em grudar Lula e STF ao caso do Banco Master.
Esta é a primeira aparição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um evento do tipo desde o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência.
A manifestação ocorre em meio a turbulências no PL entre o grupo ligado aos irmãos Bolsonaro e a ala mais próxima a Nikolas e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Presente no evento, Malafaia não esteve à frente da organização, como vinha ocorrendo nos últimos atos da direita na capital paulista. A organização da passeata é do deputado estadual Tomé Abduch, do Movimento Nas Ruas.
A oposição usa os desdobramentos do caso Master contra o STF e o governo federal. As fraudes do banco liquidado em novembro de 2025 pelo Banco Central vêm tendo desdobramentos que acertaram cheio Suprema Corte do País. O Estadão mostrou a ligação de um empreendimento de familiares de Dias Toffoli com fundos ligados ao Master, enquanto o jornal O Globo revelou um contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci.








