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Capital arranca empate aos 51 e impede vaga antecipada do Brasiliense

Em duelo eletrizante no Estádio JK, Coruja busca 2 a 2 no último lance, entra no G-4 e adia festa do Brasiliense, agora pressionado para encarar decisão contra o Ceilândia na última rodada antes da semifinal

Capital busca o empate contra o Brasiliense, entra no G-4 e mantém chances de ir à semifinal do Candangão / Foto: Reprodução (DF Esportes)

Na tarde deste sábado (21), o Estádio JK virou palco de um roteiro que poderia ser de cinema. O Capital buscou empate por 2 a 2 diante do Brasiliense no último suspiro, inflamou a arquibancada e entrou no G-4 do Campeonato Candango.

O Jacaré, por outro lado, deixou escapar a chance de carimbar vaga antecipada na semifinal e vai para confronto direto contra o Ceilândia, com clima de decisão.

O resultado mantém a Coruja viva na briga pela classificação e pode depender apenas da própria atuação na rodada final, embora ainda aguarde o desfecho de Samambaia x Sobradinho para consolidar posição. Do lado amarelo, o tropeço transforma o duelo derradeiro em prova de fogo. A vaga segue ao alcance, mas a margem de erro desapareceu com o empate no lance final.

Pressão, erro e castigo

O início apresentou intensidade alta. Logo aos três minutos, o Brasiliense assustou em jogada pelo meio. Erick Luís dominou na área, ficou frente a frente com Luan e finalizou para fora, desperdiçando grande oportunidade. O alerta soou cedo. A resposta tricolor não demorou. Alisson Mira arriscou de média distância, Matheus Kayser deu rebote e venceu dividida na sequência. O Capital cresceu, tentou impor ritmo e voltou a levar perigo em arremate de Deysinho, sem direção precisa.

Aos 18 minutos, o erro custou caro. Renan Luís falhou na saída, Wallace Pernambucano recuperou a posse e acionou Thiago Pereira pela esquerda. O cruzamento encontrou Erick Luís, livre para cabecear e abrir o placar. O Jacaré mostrava eficiência. Até o intervalo, o Coruja pressionou em busca da igualdade. Rodriguinho teve chance clara após rebote, Lima testou Kayser de longe e Jonathan Moc também arriscou. Nos acréscimos, Alisson Mira desviou de cabeça no canto, Kayser tocou na bola e evitou o empate.

Pênalti, virada e drama final

Na etapa final, o Brasiliense adotou postura reativa, convidando o Capital ao campo ofensivo. A insistência surtiu efeito aos 15 minutos. Matheusinho finalizou na área e a bola tocou no braço de Tarta. Após revisão do VAR, a arbitragem apontou pênalti. O próprio camisa 10 cobrou no canto esquerdo e igualou o marcador. O empate abriu o jogo. O Jacaré quase retomou a frente em arrancada de Tarta e bomba de Anderson Magrão, defendida por Luan. O confronto ganhou contornos dramáticos e alternou ataques perigosos.

Quando o relógio apontava 47 minutos, o Brasiliense parecia definir o roteiro. Gustavo Xuxa lançou na área, a defesa afastou mal e Vitor Marinho acertou chute de canhota para recolocar o time amarelo em vantagem. Festa parcial visitante. O capítulo final reservou reviravolta. Aos 51 minutos, Matheusinho cobrou falta pela direita e João Vilella desviou de cabeça para as redes, decretando o 2 a 2.

Após o apito, jogadores do Brasiliense reclamaram da arbitragem, houve empurra-empurra e discussão envolvendo dirigentes e atletas dos dois times. A tensão refletiu o peso do resultado. O Capital celebra ponto com sabor de vitória e mira a última rodada com ambição renovada. O Brasiliense, agora pressionado, encara o Ceilândia em confronto decisivo para transformar frustração em classificação.

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