Moeda norte-americana atingiu a menor cotação de fechamento desde 4 de dezembro do ano passado; índice da B3 encostou nos 172 mil pontos

O Ibovespa fechou em forte alta nesta quarta-feira, 21, renovando máximas e encostando nos 172 mil pontos, em movimento puxado principalmente por fluxo estrangeiro, com ações blue chips como Itaú Unibanco e Vale renovando seus topos históricos.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 3,33%, a 171.816,67 pontos, máxima da sessão e novo recorde.
O otimismo foi reforçado pelo recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira em relação às ameaças de impor tarifas como alavanca para tomar a Groenlândia.
Apenas nesta sessão, foram superadas pela primeira vez as marcas de 167 mil, 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil pontos. A mínima do pregão foi registrada na abertura, quando o Ibovespa marcou 166.277,91 pontos.
O volume financeiro somava R$ 39,84 bilhões antes dos ajustes finais, acima da média do ano, de R$ 28,99 bilhões.
Já o Dólar fechou o dia em baixa firme ante o Real, superior a 1%, em meio ao recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior e ao fluxo de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira.
A moeda norte-americana à vista encerrou o dia em baixa de 1,10%, aos R$ 5,3209, na menor cotação de fechamento desde 4 de dezembro do ano passado, quando atingiu R$ 5,3103. Em 2026, a divisa acumula queda de 3,06%.
Às 17h05, o dólar futuro para fevereiro, atualmente o mais negociado no Brasil, cedia 1,12% na B3, aos R$ 5,3320.








